Odebrecht Transport

Desempenho Ambiental Prosperidade econômica com equilíbrio ambiental, respeito e preservação do patrimônio natural

Respeitar e preservar o patrimônio natural das comunidades onde atua é um dos princípios da Odebrecht TransPort. Pela natureza de suas operações e obras inerentes aos contratos de concessões, os principais impactos ambientais relacionam-se ao consumo de combustível, emissões atmosféricas e a mudança do uso do solo. Este último, por sua vez, influencia a gestão de resíduos e efluentes, consumo de água e supressão vegetal.   

Como parte do compromisso com a gestão de riscos e mitigação de danos ao meio ambiente, a empresa acompanha indicadores que orientam a ação empresarial sustentável.

Gestão das Emissões de Gases de Efeito Estufa

O inventário das operações passou a ser consolidado pelo método GHG Protocol Brasil, que mensura as emissões de gases de efeito estufa em âmbito nacional para estimular o gerenciamento pelas organizações. O acompanhamento considera três escopos: emissões diretas sob controle de cada empresa, indiretas de energia adquirida e indiretas derivadas de fontes externas, não controladas pelas empresas. As emissões mais relevantes são provenientes do RIOgaleão, que correspondem a 37% do total.

As emissões consolidadas* em 2016 somaram 559.796,21 toneladas de carbono equivalente (tCO2e). Desse total, 43% referem-se a emissões diretas, representando uma emissão específica de 0,08 grama de carbono equivalente (gCO2e) por real de receita bruta.

*Das empresas controladas, não considera Otima.

A Política sobre Sustentabilidade da Odebrecht, traz orientações sobre o uso consciente dos recursos e a correta gestão de resíduos.

Pegada Ecológica

20152016
Consumo de combustível (l)12.097.464,6310.226.114,26
Consumo de água (m3)2.954.375,061.759.981,35
Consumo de energia (MWh)303.831,17302.006,05
Resíduo total gerado (t)187.277,4575.551,59
Resíduo total reciclado (t)152.973,8163.970,23
Área de licença para supressão (ha)868,04403,14
Área de supressão (ha)81,0545,87
Área recuperada (ha)23,3842,65

* Das empresas controladas, não considera Otima.

Resíduos e Efluentes

Em 2016, houve redução dos resíduos gerados em 60%, decorrente do menor número de obras realizadas.

Do total de 75.551,59 toneladas de resíduos gerados, 84% são reciclados ou reutilizados. Em relação aos efluentes, 85,13% são tratados pelas empresas por meio de sistemas monitorados e autorizados por órgãos ambientais. Outros 11,37% são encaminhados à rede pública de esgoto e 3,5% para fossa séptica, que posteriormente é coletada e destinada a companhias licenciadas.

O Aeroporto Internacional Tom Jobim, sob gestão do RIOgaleão, é o único do Brasil com profissionais atuando 24 horas, sete dias por semana, na melhoria da segregação de resíduos infectantes das aeronaves e na prevenção e controle de ocorrências ambientais, como derramamento de óleo e combustíveis. O trabalho dos fiscais ambientais de pátio otimizou o tratamento dos resíduos infectantes na Central de Resíduos Especiais.

Diante do desafio de atuar em 850 km de rodovia, a Rota do Oeste instituiu um Programa de Gestão de Resíduos para a classificação dos resíduos sólidos e efluentes gerados, segregação, armazenamento, coleta, transporte e disposição final. O trecho foi divido em três lotes a partir da análise de pontos de geração, armazenamento temporário e destinação. As 2.942,64 toneladas de resíduos recicláveis (95% do total de resíduos gerados) são doadas para associações ou cooperativas. Para o acompanhamento efetivo, foram estabelecidos dois documentos, o Manifesto de Transporte de Resíduos e o Inventário de Resíduos Sólidos, a serem cumpridos também por empresas terceirizadas.

Eficiência Energética

O aspecto Energia é mais relevante na SuperVia que responde por 80% do consumo total, uma vez que os trens são movidos por energia elétrica. Investimentos em melhorias nos sistemas elétricos estão sendo feitos para aumentar a segurança da operação e reduzir perdas. Em 2016, houve a substituição de cabos, postes e chaves seccionadoras para aumentar a disponibilidade da rede aérea. Também foram substituídos transformadores e cabos alimentadores.

Na Rota do Atlântico, houve redução de 6,5% do consumo de energia elétrica ao vincular a alimentação dos condicionadores de ar à utilização das cabines de pedágio, com desligamento automático quando os arrecadadores saem do sistema ou ocorre fechamento de pista. A implantação de Sistemas de Geração Fotovoltaica para alimentação de 22 câmeras de monitoramento localizadas na rodovia também economizou 1.300 kwh/mês. Um sistema semelhante está em fase de estudo para implantação na Rota das Bandeiras.

A iluminação totalmente em LED e o uso de fontes renováveis reduziram a dependência das redes de fornecimento nas nove praças de pedágio da Rota do Oeste e nas oito praças de pedágio, cinco bases de atendimento ao usuário e escritórios da Rota das Bandeiras.

Redução de

6,5%

do consumo de energia elétrica na Rota do Atlântico